Sobre nós

Na Horizon Therapeutics Brasil, temos o foco de atender às necessidades críticas de pessoas impactadas por doenças inflamatórias graves, autoimunes e raras. Nosso portfólio e pipeline têm um propósito: usar conhecimento científico e coragem para oferecer terapias clinicamente significativas para os pacientes. Acreditamos que ciência e compaixão devem trabalhar juntas para transformar vidas. Saiba mais.

Nossa ciência

Pensamos diferente sobre pesquisa e desenvolvimento (P&D). Usamos ampla experiência para direcionar, projetar e executar programas de P&D que terão um impacto profundo em pacientes com poucas ou nenhuma opção de tratamento. Saiba mais.

Responsabilidade social corporativa

Não medimos esforços para impactar comunidades ao redor do mundo. Desde promover um melhor ambiente de aprendizagem nas escolas até ajudar a criar um futuro sustentável para todos. Nosso compromisso de doar com propósito faz parte da nossa essência. Saiba mais.

Áreas terapêuticas de foco

Nosso compromisso de fornecer suporte para aqueles que vivem com doenças inflamatórias graves, autoimunes e raras vem de nossa filosofia forte e simples de fazer uma diferença significativa na vida de pacientes e comunidades carentes. Saiba mais sobre as nossas áreas terapêuticas de foco abaixo.

O Distúrbio do Espectro da Neuromielite Óptica (DENMO) é uma doença autoimune inflamatória rara do sistema nervoso central caracterizada por danos imunomediados ao nervo óptico, medula espinhal e tronco cerebral. Ao todo, 41% dos pacientes relatam um diagnóstico inicial errôneo de esclerose múltipla (EM).1 No entanto, o DENMO é distinto e mais grave do que EM e está associado à incapacidade cumulativa substancial, muitas vezes permanente, incluindo cegueira e paralisia.2 A prevalência global é estimada em 0,5–4/100.0003,4 e, na maioria dos pacientes (60–80%), anticorpos para aquaporina-4 (AQP4) estão presentes. Autoanticorpos anti-AQP4 são produzidos por plasma blastos e células plasmáticas. Essas populações de células B são centrais para a patogênese do DENMO e essas células expressam CD19. Acredita-se que o esgotamento dessas células B CD19+ remova um importante contribuinte para inflamação, formação de lesões e danos aos astrócitos.

Sintomas associados à doença incluem: perda de visão, paralisia, perda de sensibilidade, disfunção vesical e intestinal, dor nos nervos e insuficiência respiratória.1 A incidência é dez vezes maior em mulheres do que em homens e afeta desproporcionalmente os afrodescendentes.5

 

Referências:

  1. Beekman J, et al. Neuromyelitis optica spectrum disorder: patient experience and quality of life. Neurol Neuroimmunol Neuroinflamm. 2019;6(4):e580.
  2. Neuromyelitis optica spectrum disorder. Siegel Rare Neuroimmune Association (SRNA). Acessado em 9 de março de 2020. https://wearesrna.org/living-with-myelitis/disease-information/neuromyelitis-optica-spectrum-disorder
  3. Etemadifar M, et al. Epidemiology of neuromyelitis optica in the world: a systematic review and meta-analysis. Mult Scler Int. 2015;2015:174720.
  4. Mori M, et al. Worldwide prevalence of neuromyelitis optica spectrum disorders. J Neurol Neurosurg Psychiatry. 2018;89(6):555-556.
  5. Papp V, et al. Worldwide incidence and prevalence of neuromyelitis optica: a systematic review. Neurology. 2021;96(2):59–77.

A Doença Ocular da Tireoide (DOT) é autoimune, rara, grave, progressiva e ameaça a visão. A DOT é mais frequente em pessoas com doença de Graves, afetando metade das pessoas com a condição - mas é uma doença distinta que requer tratamento diferente.1,2

A DOT ocorre quando o corpo ataca suas próprias células ao redor dos olhos. Isso resulta na inflamação e no inchaço dos tecidos adiposo e muscular atrás de um ou ambos os olhos. Os sintomas comuns incluem dor nos olhos, vermelhidão e inchaço, sensibilidade à luz, proptose (saliência ocular), diplopia (visão dupla) e, em alguns casos, pode levar à cegueira.3,4 As pessoas que vivem com DOT, muitas vezes, experimentam sobrecarga funcional, psicológica e financeira em longo prazo, às vezes incluindo a incapacidade de trabalhar e realizar atividades cotidianas.5,6

A DOT começa pela fase aguda, na qual os sintomas aparecem de repente e podem piorar rapidamente. A inflamação (vermelhidão e inchaço) e as cicatrizes que começam a se formar durante essa fase podem danificar os olhos e causar uma série de alterações. A fase aguda, geralmente, dura entre seis meses e três anos e é seguida pela chamada ‘fase crônica’. Durante esse segundo período, a inflamação atrás dos olhos cessa ou regride, mas os sinais e sintomas, geralmente, permanecem.1,7,8

 

Referências:

  1. Barrio-Barrio J, et al. Graves’ ophthalmolpathy: VISA versus EUGOGO classification, assessment, and management. J Ophthalmol. 2015;2015:249125.
  2. Weightman DR, et al. Autoantibodies to IGF-1 binding sites in thyroid associated ophthalmolpathy. Autoimmunity. 1993; 16(4):251–257.
  3. Bartalena L, et al. The 2016 European Thyroid Association/European Group on Graves’ Orbitopathy Guidelines for the Management of Graves ‘ Orbitopathy. Eur Thyroid J. 2016;5(1):9-26.
  4. McKeag D, et al. Clinical features of dysthyroid optic neuropathy: a European Group on Graves’ Orbitopathy (EUGOGO) survey. Br J Ophthalmol. 2007;91(4):455-458.
  5. Estcourt S, et al. Clin Endocrinol (Oxf). 2008;68(4):635-639.
  6. Ponto KA, et al. J Clin Endocrinol Metab. 2013;98(1):145-152.
  7. Mamoojee Y, et al. Natural history. In: Wiersinga WM, et al, eds. Graves’ Orbitopathy: A Multidisciplinary Approach – Questions and Answers. 3rd ed. Karger; 2017:93-104.
  8. Smith TJ, et al. Graves’ disease. N Engl J Med. 2016;375(16):1552-1565.

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